- Em Gl 5:21, 22 , nos diz: (ler)
“Um certo Pastor foi
pastorear uma determinada Igreja ao qual só tinha quatro membro efetivos.
Ele com sua esposa
deram inicio à ministração da Palavra de Deus e muitas pessoas se converteram a
Jesus com evidente alegria de coração. Tudo corria bem!
A assistência aos cultos subiu para 50 pessoas, logo atingiram o número de 70 e en poucos meses chegaram a 100 membros. Havia um sentimento de regozijo, de animação e de adoração. Quando tomamos pulso do trabalho notamos que os quatro irmãos, membros fundadores da Congregação, tinham chaves da porta do templo.
Mas nunca as portas eram abertas no horário previsto o que ocasionava atraso no início dos Cultos semanais. Pedi uma chave e tomei a iniciativa de abrir as portas do salão com relativa antecedência. Antes do povo chegar, o Pr e sua esposa limpava os bancos, os banheiros e os móveis do púlpito.
A assistência aos cultos subiu para 50 pessoas, logo atingiram o número de 70 e en poucos meses chegaram a 100 membros. Havia um sentimento de regozijo, de animação e de adoração. Quando tomamos pulso do trabalho notamos que os quatro irmãos, membros fundadores da Congregação, tinham chaves da porta do templo.
Mas nunca as portas eram abertas no horário previsto o que ocasionava atraso no início dos Cultos semanais. Pedi uma chave e tomei a iniciativa de abrir as portas do salão com relativa antecedência. Antes do povo chegar, o Pr e sua esposa limpava os bancos, os banheiros e os móveis do púlpito.
Compraram diversos
vasos com flores e enfeitaram o salão.
Houve uma mudança radical no aspecto visual da Igreja, o que agradou a todas as pessoas. Menos um. O irmão que por algum tempo foi dirigente do trabalho, encheu-se de raiva contra o referido Pastor. Mas ele não sabia de sua oposição.
Daí ele abriu a boca e levantou uma calúnia sobre o procedimento. Antes devo explicar que a inveja se expressa de forma verbal, procurando atingir a honra de outrem. A Palavra de Deus examina o contexto da língua de forma mais completa e penetrante que qualquer outra parte do Novo Testamento (Tg 1:26).
Jesus também se referiu ao uso da língua, dizendo “que a boca fala do que está cheio o coração”. Nós revelamos o nosso caráter de forma bem visível através da nossa língua, isto é, das palavras que pronunciamos.
Houve uma mudança radical no aspecto visual da Igreja, o que agradou a todas as pessoas. Menos um. O irmão que por algum tempo foi dirigente do trabalho, encheu-se de raiva contra o referido Pastor. Mas ele não sabia de sua oposição.
Daí ele abriu a boca e levantou uma calúnia sobre o procedimento. Antes devo explicar que a inveja se expressa de forma verbal, procurando atingir a honra de outrem. A Palavra de Deus examina o contexto da língua de forma mais completa e penetrante que qualquer outra parte do Novo Testamento (Tg 1:26).
Jesus também se referiu ao uso da língua, dizendo “que a boca fala do que está cheio o coração”. Nós revelamos o nosso caráter de forma bem visível através da nossa língua, isto é, das palavras que pronunciamos.
Inveja leva as pessoas
às raias da calúnia, da insensatez, da mentira. No texto de Pv 6:16-19,
encontramos sete coisas abominadas pelo Senhor. Delas, três se relacionam com a
língua: a língua mentirosa, a testemunha falsa, e o que semeia contenda entre
os irmãos. As três são filhas da inveja!”
Até que num dia calmo e
sem perspectiva de problemas, descobri um fato inusitado, incomum para quem se
deleitava em jogar pedras.
A máscara foi tirada e surgiu... amanhã daremos sequencia na próxima Lição. shalom shalom
A máscara foi tirada e surgiu... amanhã daremos sequencia na próxima Lição. shalom shalom





